História de sucesso: A Universidade Central da Venezuela


Não tenha medo e continue se dedicando às mudanças; os benefícios superam o custo do investimento.
Alberto Bellorín, vice-diretor de tecnologia da Universidade Central da Venezuela. Caracas, Venezuela – abril de 2014

A universidade, referência nacional e internacional na formação de talentos humanos e na geração, gestão e disseminação de conhecimento, confia à SupraBT a implementação de um sistema de segurança abrangente. Em primeiro lugar, o registro do acesso físico ao campus da universidade foi otimizado por meio de um sistema de câmeras de vigilância por vídeo e leitores de placas de veículos que entram nas instalações.

Alberto Bellorín, vice-diretor de tecnologia da Universidade Central da Venezuela, abre o diálogo comentando sobre a necessidade de implementar um sistema de segurança com a melhor tecnologia disponível, pois eles só tinham câmeras analógicas que, embora a solução utilizada fosse bem dimensionada, não oferecia a definição necessária.

Foi então que o Departamento de Tecnologia da UCV decidiu adquirir uma solução para as guaritas e foi proposto o design de um projeto abrangente de vigilância por vídeo, que começou com a instalação de fibra óptica nas guaritas. “Nesse caso, a Compañía Anónima Nacional de Teléfonos de Venezuela, CANTV, nos ofereceu pessoal para o projeto, bem como toda uma proposta, mas estava fora do nosso orçamento”. Naquele momento, diz ele, eles começaram a procurar fornecedores e o processo de licitação foi aberto, o que os levou à SupraBT.

A primeira etapa foi a compra e a instalação das câmeras, pois a universidade já tinha todos os outros equipamentos e parte da infraestrutura; “a universidade precisava de um provedor flexível e aberto, a quem também pudesse confiar parte dos dados”, disse Alberto Bellorín.

O projeto, que levou cerca de 3 anos de trabalho, começou com uma prova de conceito, em que algumas câmeras foram colocadas para que tanto a Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicações (DTIC) quanto a Diretoria de Segurança pudessem avaliar os benefícios da tecnologia. Depois que os requisitos foram determinados, trabalhamos lado a lado com a equipe multidisciplinar da UCV para determinar um projeto que pudesse crescer em fases, permitindo que a universidade obtivesse resultados concretos dentro dos orçamentos disponíveis, diz Luis Mariano Aranguren, Diretor e CTS da SupraBT. “Esse projeto envolveu não apenas tecnologia, mas também a adaptação de processos e pessoal treinado. É um grande desafio, pois envolve não apenas a proteção da integridade física da comunidade UCV, mas também do patrimônio mundial declarado pela UNESCO em 2001”, disse Aranguren.

Integração de sistemas

Para o sistema de segurança de vídeo da universidade, foram selecionadas câmeras de 3 megapixels da Axis Communications P33 Series, PTZ P55 Series, ML11 Series, que permitem maior cobertura da área a ser monitorada e, portanto, mais detalhes. Também foram usados iluminadores infravermelhos Axis, que são configurados para iluminar áreas amplas da cena coberta pela câmera na ausência de luz, permitindo o monitoramento mesmo na escuridão total.

Para manter a infraestrutura à altura das demandas da UCV, surgiu a necessidade de usar câmeras externas que também pudessem resistir ao vandalismo. A esse respeito, Aranguren destaca que as câmeras de rede da Axis são 100% digitais e transportam seus dados por meio de redes IP, o que torna o transporte de vídeo pela rede mais flexível. Além disso, ele acrescenta, os processadores de vídeo da Axis permitem monitorar vídeos capturados a 30 quadros por segundo com mais detalhes.

O software usado foi o IPronet e o IPronet ANPR, em um servidor Oracle SUN X2270, e a virtualização VMWare Enterprise Plus. O software IPronet permite o gerenciamento avançado da plataforma de segurança, incluindo a parametrização de perfis de acesso, detecção de movimento em vários perfis por câmera, compactação H.264, criação de scripts e a flexibilidade de poder trabalhar com seu SDK (Software Development Kit) para ampliar as funcionalidades. “No início da implementação, em 2010, houve dificuldades com o software, especialmente com o licenciamento das máquinas devido a problemas de correspondência de chaves, e mais tarde houve diferenças com as câmeras, mas tudo foi resolvido, e hoje temos uma solução de vigilância robusta e escalável”, diz Bellorín.

Melhor visualização dos acessos

“A diferença entre o antes e o depois da instalação foi do céu à terra”, diz Bellorín. O processo foi rápido em termos de implementação, no entanto, “a questão da vigilância é delicada, porque muitas pessoas argumentam que se sentem invadidas e chegaram ao ponto de invadir as instalações várias vezes”. Isso levou a Diretoria de Tecnologia a passar todo o cabeamento por dutos subterrâneos que serão revestidos com concreto. Ele também acrescenta que estão concluindo a implementação dos leitores de placas de identificação, pois vários postes por onde passa essa fiação foram quebrados.

Entre os benefícios estão a capacidade de documentar melhor o que acontece nos pontos de controle, bem como a detecção de placas de identificação, o que permite monitorar o acesso dos carros à universidade. “Uma grande vantagem é que as autoridades da universidade têm acesso à VPN, o que lhes permite visualizar o acesso à universidade, onde quer que estejam, e verificar as áreas mais movimentadas”, diz Bellorín.

O projeto continua progredindo e, entre suas extensões, está a instalação da nova infraestrutura de segurança de vídeo na Biblioteca da Universidade, que permite o uso de câmeras com a mais recente tecnologia chamada Lightfinder, que permite a visualização colorida em condições de pouca luz sem o uso de iluminação infravermelha.

Além disso, estão sendo criados webshots no site para que as entradas possam ser visualizadas minuto a minuto; e está planejado melhorar a infraestrutura adicionando um centro de dados alternativo para manter uma cópia de todos os dados. Devido aos eventos que vêm ocorrendo, eles estão trabalhando atualmente para melhorar toda a área da Reitoria, diz Bellorín. Além disso, está em andamento um trabalho com outras áreas da universidade para expandir a plataforma de segurança.

O próximo passo será formar uma equipe com o CICPC, já que a universidade é frequentemente usada para a entrega de veículos roubados. Em médio prazo, também está prevista a instalação de um quadro de monitoramento para a brigada de incêndio. “Há muitas vantagens e escalabilidade nessa solução”, diz Bellorín, que enfatiza a importância de não ter medo e continuar a fazer mudanças, pois as vantagens superam o custo do investimento.

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